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Artigo adaptado, fidelidade máxima ao original

Como acabar com o seu hábito de agradar todo mundo

Leia esses 9 passos descritos pela Simone.

Artigo formatado a partir de transcrição de conteúdo originalmente publicado no Instagram

Abaixo, o conteúdo foi apenas formatado para leitura, preservando ao máximo a fala original.

  • 1. Você não é bonzinho nem boazinha, você só tá com medo. E agradar as outras pessoas é sentir medo, só que numa roupa social.
  • 2. Você aprendeu isso muito cedo, em algum momento da sua infância. Você entendeu que amor vinha com condições. E agora você fica se esforçando pra receber afeto. Pare.
  • 3. Você acha que aprovação é segurança. E não é. É só o teu sistema nervoso tentando evitar a rejeição. Mas você já não é mais aquela criancinha.
  • 4. Ninguém respeita quem se anula. Se você vira tapete as pessoas vão limpar o pé, então levante-se.
  • 5. Você diz sim porque morre de medo de conflito. A notícia ruim? Conflito faz parte da comunicação adulta. E evitar isso te infantiliza.
  • 6. Você tá aí exausto porque você regula o emocional de todo mundo. Menos o seu. E aí vira ressentimento. E adivinha de quem a responsabilidade? É sua.
  • 7. Agora a parte que dói: a sua bondade muitas vezes é manipulação. Você agrada tentando comprar o amor. E as pessoas sentem isso, elas sempre sentiram.
  • 8. Você atrai exploradores porque você se oferece como um bufê livre. Se você oferece tudo, vão levar tudo.
  • 9. A tua autoestima tá falida. Porque quem se valoriza consegue dizer não, sem pedir desculpa.

Ah, e como eu mudo isso? Simples. Durante 30 dias a escolha é você. Você precisa reaprender a reprogramar o teu sistema nervoso. E o teu corpo precisa entender que você é a prioridade.

É, foi dura, eu sei. Mas eu te respeito demais pra mentir pra você. Quando a tua vida estiver cheia e abundante, aí sim você doa. Não vazia. Respira, você consegue.

Fonte original

Autoria original: simone_neurohipnosis

Post de origem: https://www.instagram.com/reel/DW40m6XEYaq/

Nota editorial: Este texto foi formatado para leitura em artigo, preservando ao máximo a fala original e sem alterar o conteúdo central.